O mapa astral cuja hora de nascimento é desconhecida, é calculado para 12:00 (meio-dia), mas sem utilizar o sistema de casas astrológicas. Os planetas estão nas casas erradas?
↣ Sol em Leão - 09°49'
↣ Lua em Capricórnio - 13°50'
↣ Mercúrio em Virgem - 06°16'
↣ Vênus em Virgem - 06°37'
↣ Marte em Leão - 23°32'
↣ Júpiter em Capricórnio - 14°49' - retrógrado
↣ Saturno em Escorpião - 08°01'
↣ Urano em Peixes - 25°04' - retrógrado
↣ Netuno em Leão - 21°50'
↣ Plutão em Câncer - 13°46'
↣ Nodo lunar norte em Leão - 04°40'
↣ Sol e Saturno quadratura (1°48' separativo)
↣ Sol e Nodo lunar norte conjunção (5°08' separativo) paralelo
↣ Lua e Júpiter conjunção (0°59' aplicativo)
↣ Lua e Saturno sextil (5°49' separativo)
↣ Lua e Plutão oposição (0°04' separativo) antiparalelo
↣ Mercúrio e Vênus conjunção (0°20' separativo)
↣ Mercúrio e Saturno sextil (1°45' aplicativo)
↣ Vênus e Saturno sextil (1°24' aplicativo)
↣ Marte e Netuno conjunção (1°42' separativo) paralelo
↣ Júpiter e Plutão oposição (1°03' aplicativo)
↣ Saturno e Plutão trígono (5°45' aplicativo)
↣ Saturno e Nodo lunar norte quadratura (3°21' separativo)
Os dados utilizados para calcular os mapas são obtidos a partir de fontes públicas assim como os textos das descrições. Utilizamos fontes como o Wikipedia.
Jorge Rafael Videla foi general do Exército argentino e chefe da junta que governou a Argentina de 1976 a 1981. Assumiu o poder após o golpe de 24 de março de 1976, instaurando o autodenominado Proceso de Reorganización Nacional, período marcado por forte militarização do Estado e medidas de repressão contra opositores.
Seu governo articulou políticas de segurança que resultaram em detenções ilegais, torturas, desaparecimentos e execuções; estima-se que mais de 30.000 pessoas foram mortas ou desapareceram ao longo da ditadura. No campo externo, enfrentou crises como a tensão com o Chile pelo Canal de Beagle, resolvida posteriormente por mediação papal, e buscou consolidar uma agenda econômica liderada por José Alfredo Martínez de Hoz, baseada na abertura comercial e no enfraquecimento dos sindicatos.
Após o retorno da democracia, Videla foi processado por crimes contra a humanidade, condenado em várias instâncias e sentenciado à prisão perpétua por seu papel nas práticas repressivas do regime. A trajetória política de Videla permanece como referência central na memória argentina sobre a violação sistemática de direitos humanos durante a ditadura militar.