Melissa Marie Mathison
O mapa astral cuja hora de nascimento é desconhecida, é calculado para 12:00 (meio-dia), mas sem utilizar o sistema de casas astrológicas. Os planetas estão nas casas erradas?
↣ Sol em Gêmeos - 12°34'
↣ Lua em Capricórnio - 26°54'
↣ Mercúrio em Touro - 20°27'
↣ Vênus em Touro - 02°28'
↣ Marte em Virgem - 27°16'
↣ Júpiter em Peixes - 06°36'
↣ Saturno em Virgem - 12°54'
↣ Urano em Câncer - 03°47'
↣ Netuno em Libra - 14°43' - retrógrado
↣ Plutão em Leão - 16°04'
↣ Nodo lunar norte em Áries - 04°51' - retrógrado
↣ Sol e Júpiter quadratura (5°59' separativo)
↣ Sol e Saturno quadratura (0°20' aplicativo)
↣ Sol e Urano paralelo
↣ Sol e Netuno trígono (2°08' aplicativo)
↣ Sol e Plutão sextil (3°30' aplicativo) paralelo
↣ Lua e Mercúrio trígono (6°27' separativo)
↣ Lua e Vênus quadratura (5°34' aplicativo)
↣ Lua e Marte trígono (0°21' aplicativo)
↣ Mercúrio e Plutão quadratura (4°23' separativo)
↣ Vênus e Júpiter sextil (4°08' aplicativo) antiparalelo
↣ Vênus e Urano sextil (1°20' aplicativo)
↣ Marte e Nodo lunar norte oposição (7°35' aplicativo) paralelo
↣ Júpiter e Saturno oposição (6°18' aplicativo)
↣ Júpiter e Urano trígono (2°48' separativo)
↣ Urano e Plutão paralelo
↣ Urano e Nodo lunar norte quadratura (1°03' aplicativo)
↣ Netuno e Plutão sextil (1°22' separativo)
Os dados utilizados para calcular os mapas são obtidos a partir de fontes públicas assim como os textos das descrições. Utilizamos fontes como o Wikipedia.
Melissa Mathison foi uma roteirista cinematográfica e ativista norte-americana, reconhecida por roteiros que marcaram o cinema comercial e autoral. Ganhou notoriedade internacional com E.T. — o Extraterrestre (1982) e assinou trabalhos como The Black Stallion (1979), The Indian in the Cupboard (1995) e Kundun (1997), este último premiado pelo dalai-lama com o prêmio da verdade por retratar a vida do líder tibetano.
Formada inicialmente em ciências políticas, deixou a universidade para trabalhar como assistente de direção, estreitando laços com cineastas como Francis Ford Coppola — experiência que impulsionou sua trajetória como roteirista. Sua carreira dialogou tanto com o cinema de entretenimento quanto com projetos de forte carga pessoal e histórica.
Paralelamente à atividade profissional, Mathison foi ativista pelos direitos e autonomia tibetanos, integrando o conselho da International Campaign for Tibet e atuando publicamente em campanhas e depoimentos que chamaram atenção para a causa. Essa militância acabou por torná-la persona non grata junto às autoridades chinesas.
Faleceu em 2015 vítima de um câncer neuroendócrino, deixando legado na escrita cinematográfica e na defesa do Tibete, lembrada por sua capacidade de transitar entre grandes produções e obras comprometidas com questões humanas e históricas.