Konstantinos Gavras
O mapa astral cuja hora de nascimento é desconhecida, é calculado para 12:00 (meio-dia), mas sem utilizar o sistema de casas astrológicas. Os planetas estão nas casas erradas?
↣ Sol em Aquário - 23°16'
↣ Lua em Virgem - 16°22'
↣ Mercúrio em Aquário - 26°43'
↣ Vênus em Aquário - 06°13'
↣ Marte em Virgem - 17°02' - retrógrado
↣ Júpiter em Virgem - 21°21' - retrógrado
↣ Saturno em Aquário - 09°02'
↣ Urano em Áries - 20°19'
↣ Netuno em Virgem - 09°14' - retrógrado
↣ Plutão em Câncer - 21°44' - retrógrado
↣ Nodo lunar norte em Peixes - 07°44'
↣ Sol e Mercúrio conjunção (3°27' separativo) paralelo
↣ Sol e Urano sextil (2°57' separativo)
↣ Lua e Marte conjunção (0°41' aplicativo)
↣ Lua e Júpiter conjunção (4°59' aplicativo) paralelo
↣ Lua e Netuno conjunção (7°07' separativo)
↣ Lua e Plutão sextil (5°22' aplicativo)
↣ Lua e Nodo lunar norte oposição (8°38' separativo)
↣ Vênus e Saturno conjunção (2°49' aplicativo) paralelo
↣ Marte e Júpiter conjunção (4°19' separativo)
↣ Marte e Netuno conjunção (7°48' aplicativo) paralelo
↣ Marte e Plutão sextil (4°42' separativo)
↣ Marte e Nodo lunar norte antiparalelo
↣ Júpiter e Plutão sextil (0°23' separativo)
↣ Urano e Plutão quadratura (1°25' aplicativo)
↣ Netuno e Nodo lunar norte oposição (1°30' aplicativo) antiparalelo
Os dados utilizados para calcular os mapas são obtidos a partir de fontes públicas assim como os textos das descrições. Utilizamos fontes como o Wikipedia.
Costa-Gavras (Konstantinos Gavras) é um cineasta grego naturalizado francês cujo trabalho se firmou como referência do cinema político e de denúncia. Formado no IDHEC em Paris após estudos na Sorbonne, atuou como assistente de diretores consagrados antes de ganhar projeção internacional. Seus filmes frequentemente abordam ditaduras, repressão e abusos de poder, com incursões também na ficção social contemporânea.
O reconhecimento veio com Z (1969), longa inspirado no assassinato do político grego Grigoris Lambrakis, que recebeu Oscar e Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro e consolidou seu estilo combativo. Ao longo da carreira dirigiu títulos marcantes como Estado de Sítio (1972), Missing (1982) — vencedor da Palma de Ouro em Cannes — e Music Box (1989), laureado em Berlim.
Nomeado por duas vezes presidente da Cinemateca Francesa, Costa-Gavras explorou ainda temas como a relação entre instituições e crimes de Estado, o impacto das ditaduras na América Latina e as dinâmicas do capitalismo contemporâneo em filmes como O Capital (2012). Sua obra deixou legado duradouro no cinema engajado, influenciando gerações de realizadores e a reflexão pública sobre política e memória.