O mapa astral cuja hora de nascimento é desconhecida, é calculado para 12:00 (meio-dia), mas sem utilizar o sistema de casas astrológicas. Os planetas estão nas casas erradas?
↣ Sol em Câncer - 25°28'
↣ Lua em Gêmeos - 25°09'
↣ Mercúrio em Leão - 11°51' - retrógrado
↣ Vênus em Virgem - 10°55'
↣ Marte em Câncer - 04°02'
↣ Júpiter em Libra - 26°55'
↣ Saturno em Câncer - 26°02'
↣ Urano em Libra - 08°49'
↣ Netuno em Touro - 29°31'
↣ Plutão em Gêmeos - 04°38'
↣ Nodo lunar norte em Leão - 19°07' - retrógrado
↣ Sol e Júpiter quadratura (1°27' aplicativo)
↣ Sol e Saturno conjunção (0°34' aplicativo) paralelo
↣ Sol e Netuno sextil (4°02' aplicativo)
↣ Lua e Marte conjunção (8°53' aplicativo)
↣ Lua e Júpiter trígono (1°46' aplicativo)
↣ Lua e Netuno paralelo
↣ Mercúrio e Urano sextil (3°02' aplicativo)
↣ Mercúrio e Nodo lunar norte conjunção (7°16' separativo)
↣ Marte e Urano quadratura (4°47' aplicativo)
↣ Júpiter e Saturno quadratura (0°53' aplicativo)
↣ Júpiter e Plutão antiparalelo
↣ Saturno e Netuno sextil (3°29' aplicativo)
↣ Urano e Plutão trígono (4°11' separativo)
↣ Netuno e Plutão conjunção (5°07' aplicativo)
Os dados utilizados para calcular os mapas são obtidos a partir de fontes públicas assim como os textos das descrições. Utilizamos fontes como o Wikipedia.
Vidkun Quisling foi um oficial militar e político norueguês cuja atuação durante a Segunda Guerra Mundial marcou profundamente a história da Noruega. Militar de formação e diplomata com experiência na Rússia e em missões humanitárias, Quisling ganhou reconhecimento pelo trabalho junto a Fridtjof Nansen durante a fome russa de 1921. Retornou à política norueguesa, servindo como Ministro da Defesa (1931–1933) e, em 1933, fundou o partido União Nacional, de orientação fascista, que nunca obteve representação parlamentar significativa.
Com a invasão alemã à Noruega em 1940, Quisling tentou um golpe e, posteriormente, foi instalado pelos ocupantes nazistas como chefe do governo em 1942, atuando como líder de um regime fantoche em colaboração com as autoridades alemãs. Seu governo colaboracionista participou de políticas repressivas e da perseguição aos judeus.
Após a libertação, Quisling foi julgado por fraude, assassinato e alta traição; condenado, foi executado em outubro de 1945. Seu nome entrou no léxico como sinônimo de “traidor” ou “colaborador”, refletindo a avaliação histórica de que não deixou um legado político legítimo além da infâmia associada à sua colaboração com o nazismo.